Keep walking

Relendo os (poucos) textos postados aqui me dei conta de umas coisas.

Esse blog surgiu como o oposto do Mil Folhas. O Mais refletiria meu lado adulto, o meu novo lado: o-lado-saí-de-casa-e-agora-sou-gente-grande. Então eu tinha que deixar o profundo de mim vir a tona. Tinha que me virar do avesso e me mostrar que existe carne, sangue, músculos, desejos, fomes, sonhos aqui dentro.

Não sei de onde tirei essa ideia de que adulto tem que ser visceral full time… Dia desses me caiu nas mãos um panfletinho, desses bem mixurucas, fazendo propaganda de um serviço de tele-mensagens. O mais curioso (na verdade a única coisa curiosa) era o rol de mensagens: para pedir perdão, para dizer que traiu, para desejar feliz aniversário, para mandar a puta que o pariu… enfim, um amplo catálogo para os mais diversos sentimentos & acontecimentos da vida moderna.

Deu saudade do Mil… deu vontade de inventar cada uma daquelas mensagens. Deu vontade, daquelas bem grandes, de perceber que ser adulto não é tão chato assim.

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3 Comentários »

  1. Donaella Said:

    Acabamos por deixar exalar nossa essencia independente do tempo, né?!! E que bom!! Sem perder a ternura jamás!!
    beijocas querida

  2. Ser adulto não é chato; ser chato é que é chato, e isso não depende da idade, e sim da atitude de cada um…

    Abraço!

  3. Helô Said:

    Crescer dói…

    Eu também tenho saudade.

    beijo.


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